<i>Aquapor</i> privatizada
O processo de venda da Aquapor, concluído há duas semanas, «lesa o País e as populações», considerou o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local, num comunicado de dia 22.
Manifestando «a sua profunda preocupação pelo aprofundamento do caminho privatizador da água», o STAL/CGTP-IN recordou que aquele processo representa a privatização total de 11 concessões no sector das águas, que servem 26 autarquias e cerca de milhão e meio de habitantes.
Para o STAL, este é mais um passo no caminho da privatização total da água em Portugal e «confirma a concepção que o Governo português tem da água: uma mera mercadoria que, como tal, deve estar sujeita às leis da oferta e da procura e à incessante busca do lucro que motiva o sector privado».
Lembrando declarações do presidente da Águas de Portugal, quando afirmou que «a Aquapor é uma empresa sólida e que opera num sector com muitas oportunidades de negócio no futuro», o sindicato considerou que, com a venda da Aquapor, «avança a privatização total das “águas em alta”, enquanto, ao mesmo tempo, o processo de inclusão das “águas em baixa” nos sistemas multimunicipais constitui uma concentração de todo o ciclo da água no âmbito da Águas de Portugal». Assim, segundo o STAL, tudo aponta para uma futura entrega, ao sector privado, do «negócio do século XXI», como o apelidou a Organização Mundial do Comércio.
Salientando que as consequências da privatização das águas, a nível internacional, são bem conhecidas, com a diminuição da qualidade dos serviços, o aumento das tarifas e dos preços, o sindicato recordou que uma recente sondagem no Reino Unido revelou que 68 por cento da população concorda com uma «renacionalização» da água, como bem exclusivamente público.
Manifestando «a sua profunda preocupação pelo aprofundamento do caminho privatizador da água», o STAL/CGTP-IN recordou que aquele processo representa a privatização total de 11 concessões no sector das águas, que servem 26 autarquias e cerca de milhão e meio de habitantes.
Para o STAL, este é mais um passo no caminho da privatização total da água em Portugal e «confirma a concepção que o Governo português tem da água: uma mera mercadoria que, como tal, deve estar sujeita às leis da oferta e da procura e à incessante busca do lucro que motiva o sector privado».
Lembrando declarações do presidente da Águas de Portugal, quando afirmou que «a Aquapor é uma empresa sólida e que opera num sector com muitas oportunidades de negócio no futuro», o sindicato considerou que, com a venda da Aquapor, «avança a privatização total das “águas em alta”, enquanto, ao mesmo tempo, o processo de inclusão das “águas em baixa” nos sistemas multimunicipais constitui uma concentração de todo o ciclo da água no âmbito da Águas de Portugal». Assim, segundo o STAL, tudo aponta para uma futura entrega, ao sector privado, do «negócio do século XXI», como o apelidou a Organização Mundial do Comércio.
Salientando que as consequências da privatização das águas, a nível internacional, são bem conhecidas, com a diminuição da qualidade dos serviços, o aumento das tarifas e dos preços, o sindicato recordou que uma recente sondagem no Reino Unido revelou que 68 por cento da população concorda com uma «renacionalização» da água, como bem exclusivamente público.